terça-feira, 27 de março de 2012

Quibe assado

Íamos, Ana Paula, Renata e eu para a casa da Mary no fim de semana, mas imprevistos aconteceram e impossibilitaram que nossa agradável tarde no bairro do Tatuapé, eis que sugeri que a reunião fosse feita na minha casa, em Caieiras e pra surpresa geral, as meninas toparam!
Mas a questão é, minha mãe estava trabalhando no sábado de manhã e a Priscila fez as unhas sábado de manhã, o que significa que o almoço estava totalmente sob minha responsabilidade! Yay, só que não...
Um dia antes eu  já tinha decidido o que ia fazer e seria uma receita gostosa e fácil, porque sem condições de passar a manhã toda na cozinha.
Vi essa receita AQUI de quibe assado e não pude resistir!

*Ingredientes
1Kg de carne moída
3 xícaras (chá) de trigo para quibe
1 cebola grande
4 dentes de alho moídos
1/2 faço de hortelã fresca
Manjericão a gosto
Noz-moscada (não tinha em casa)
Sal a gosto
Azeite sem miséria

*Modo de preparo
Sábado de manhã tive que fazer um bate e volta na 25 de março, então antes de sair coloquei o trigo para quibe num potinho com água pra que ele já estivesse hidratado quando eu voltasse. Bingo! Quando cheguei em casa ele estava estufadinho, pronto pra usar.
Lá fui fazer o tempero. Cortei a cebola em quatro partes, desmontei as camadinhas de dentro e só! Na receita não dizia pra picar a cebola e sim pra bate-la no liquidificador, e porque, né? Picar cebola sem necessidade é quase autopunição. Aí fui no quintal buscar hortelã, é tem hortelã no meu quintal, mas o hortelã não nasce exatamente em maços como dizia a receita, é uma touceira cheia de galhos e raminhos espalhados, então peguei uns cinco galhos mais ou menos grandes, os dividi malemá em três partes e joguei no liquidificador. Piquei os dentes de alho bem miudinhos, não a ponto de moer nem nada, porque afinal o destino deles seria o mesmo que o da cebola e do hortelã: o liquidificador.
Coloquei pra bater, mas só as cebolas que estavam em baixo realmente foram fatiadas, então joguei um tiquinho de água pra ajudar um pouquinho e na próxima tentativa consegui um temperinho verde e com cheirinho bom.
Pausa pra dica: tempero tem cheiro bom de longe, nunca coloque sei nariz em cima do liquidificador e dê aquela respirada funda. A não ser, bom, que você queira derreter suas vias respiratórias. #truestory.
Fui mais um vez no quintal pegar manjericão. Nesse caso eu não ia bater as folhar no liquidificador o que me deixou meio em dúvida quando ao que fazer com elas... no fim das contas lavei bem, cortei em tirinhas e pronto.
A partir daí tudo virou brincadeira de criança. Misturei a carne moída com o temperinho verde de hortelã,  joguei um pouco de sal , tempero em pó para carnes (mais pra dar um gostinho, mesmo), as tirinhas de manjericão e depois o trigo para quibe. Depois que todos os ingredientes estavam bem incorporados experimentei. Posso dizer que me surpreendi com o sabor! Normalmente quando tempero alguma coisa sempre tenho que colocar um pouco mais de sal, orégano, limão ou seja lá o que eu estivesse usando pra temperar, mas dessa vez não! Levei um pedacinho pra Priscila provar, só pra ter uma segunda opinião e obtive a mesma reação de surpresa.
Próxima etapa era só colocar pra assar. Untei um pirex com azeite, ou seja joguei azeite no pirex e espalhei com um papel toalha, depositei a carne no pirex ajeitando pra ficar retinha, dei sorte porque a quantidade de carne coube exata no refratário que eu escolhi usar. Cortei em pedaços diagonalmente (?), joguei mais azeite por cima, por que na receita falava pra não ser miserável e coloquei pra assar.
As meninas chegaram quando o quibe já estava há uns 25 minutos no forno, e no tempo de ir até a estação e voltar ele acabou ficando assando uns minutinhos a mais do que deveria, mas sem danos perceptíveis.
O quibe, salada de alface e tomate e arroz fez o almoço de sábado sem prático e gostoso! 
Adorei e indico! Testem aí! 



quinta-feira, 22 de março de 2012

Panqueca light

Ah! Como é bom estar verdadeiramente de volta! 
Falar sobre coisas relacionadas à culinária e ao blog é bom, mas nada se compara a fazer as receitas, parar pra tirar fotos e contar a experiência aqui depois! Estou me dando boa vindas novamente! :)

Mas chega de léro, vamos pro que interessa!
Não sei se todo mundo sabe, mas eu estou de regime, um regime sério, só pra variar. Comecei em fevereiro e pretendo continuar até eu perder mais uns 15kg, pelo menos, o que quer dizer que as receitas aqui vão acabar sendo lights, diets, saúdáveis, integrais, de baixa caloria e derivados até que eu atinja essa meta, porque não tem a menor graça fazer comida e não poder comê-la depois. Para mais informações sobre o #ProjetoNayGostosa acesse meu novo blog em construção Aveia em Flocos :D
Essa semana, apesar do regime, a lombriga que eu crio dentro de mim pediu desesperadamente por panqueca e todo mundo sabe que panqueca não está nem no finzinho da lista de alimentos saudáveis, o problema é que, quando a Lô pede, melhor atendê-la. Fui procurar por receitas de panqueca light e obviamente achei, porque as pessoas parecem ter criado opções lights pra todo tipo de comida, mas no caso da panqueca, quando fui comparar a receita que se dizia light com a que tem no livro aqui de casa achei a diferença insignificante e acabei usando a nossa mesmo.
A receita que eu encontrei foi essa AQUI, mas pra massa usei outros ingredientes. 
Preparados? Go! 


*Ingredientes - Massa
2 copos de leite
2 copos de farinha de trigo
2 ovos
sal

*Modo de preparo
Bater tudo no liquidificador.

Juro que era só isso que o modo de preparo no livro de receitas da minha mãe dizia. Como se fazer panqueca fosse esse primor de facilidade e não exigisse nenhum tipo de prática, nem se quer habilidade. Muito pelo contrário, se você está fazendo panquecas pela primeira vez meu conselho é: comece cedo. Ta aí uma receita que demora e testa a nossa paciência, só pra ilustrar bati a massa umas 10h30min mais ou menos, fui acabar de fritar  a massa salgada, ainda faltava a doce, já era meio dia.
E como fritar panquecas? Não tem segredo, mas é chatin....
Usei a panelinha nova que minha mãe comprou há umas duas semanas, ela é pequena, uns 25cm mais ou menos e está com o teflon intacto, o que conta muito pro bom resultado das panquecas. Como medida usei uma concha para feijão, mas não completamente cheia, nem pela metade, meio que 3/4 de concha, porque eu adoro ser precisa. Coloquei uma isca de óleo na panela, pra dar uma força pro teflon, e aí o esquema é agilidade: coloca a massa na frigideira, devolve a concha no copo do liquidificador sem melar todo o fogão, tomba a panelinha pra espalhar a massa deixando-a redonda e fininha, cutuca nas beiradas da massa até ela soltar do fundo e vira antes que o lado que está pra baixo queime. Esse processo demorou aproximadamente 1min30s! Eu acho. Com a panqueca salgada ainda é mais fácil, porque ela gruda menos no fundo, a receita doce sim é um espetáculo pra fazer o diaxo da massa soltar da panela, já que o açúcar da uma caramelizada e vira uma cola.
Obs.: sabe aquela manobra clássica pra virar a panqueca jogando ela pro ar e pegando de novo? Ham-ham, modéstia a parte, eu sei fazer muito bem, coff-coff.

*Ingredientes - Recheio
500g de ricota
1 maços de espinafre
sal
azeite
orégano

Obs.2: deu pra notar que a tal receita que eu linkei ali em cima só serviu de base e inspiração, né? Então ta bom.

*Modo de preparo
1. Lave as folhas de espinafre sob água corrente. Numa tigela com água deixa-as de molho por 10 minutos. Retire as folhas sem escorrer a água, assim as sujeirinhas ficam no fundo da tigela.

Nesta etapa da receita tive ajuda da minha ilustre companheira de cozinhas nos domingos em que minha mãe trabalha: minha irmã Priscila
Lavamos o espinafre e não só deixamos na água, mas colocamos um treco que minha mãe coloca na salada pra matar qualquer bigatinho que tenha passado batido pela lavagem em água corrente. Muito higiênico.

2. Leve uma panela com água ao fogo médio. Quando esquentar, acrescente os espinafres e deixe cozinhar por 4 minutos. Com uma escumadeira, retire os espinafres e com as mãos, aperte-os para retirar o excesso de água. 

Tirando que nós colocamos todas as folhas do espinafre na panela junto com a água antes de ler que deveríamos primeiro deixar a água esquentar pra depois colocar o espinafre e deixar por 4 minutos, tudo estava correndo perfeitamente bem. Quanto a retirar os espinafres com a escumadeira e esmagá-los depois pra tirar o excesso de água não tive nenhum tipo de problema.
Bom... tenho que dizer que nós ignoramos completamente o restante da receita e fizemos o seguinte:
Cortamos a ricota em pedaços pra ficar mais fácil de esmagar com o garfo até termos um tipo de farofa de ricota e aí temperamos com o que tínhamos em casa! Um pouco de sal, um pouco de azeite de oliva, um pouco de orégano, um pouco de tempero para salada e o espinafre. Querem saber? Ficou muito bom! Tão bom que estamos felizes que tenha sobrado porque vamos comer com pãozinho na janta, tá?

Na etapa final da panqueca, que é enrolar com o recheio e levar pro forno, nós decidimos colocar junto com a ricota temperada uma fatia de peito de peru defumado, então ficou assim: massa + peito de peru + ricota = panqueca de baixa caloria, mas extremamente saborosa.
Colocamos as panquecas em um refratário, cobrimos com mussarela ralada e levamos ao forno pelo que eu acredito ter sido pelo menos uns 20 minutos, até mais.
Até meu pai, que não é muito adepto da culinária saudável, aprovou!

Panqueca doce

Com a panqueca doce o processo é o mesmo, só muda que invés de sal na massa tem que colocar um pouco de açúcar, no caso da não light ou adoçante pra light, eu usei o Tal e Qual que é próprio pra culinária. Mas é bem pouco mesmo, tanto de açúcar quanto de adoçante, porque o doce acaba ficando por conta do recheio.
A panqueca não light recheamos com doce de leite comum. A light com doce de leite diet, mas só porque a banana não estava madura o suficiente pra virar doce, se não teríamos panqueca de banana. que será feita numa próxima oportunidade.

*Rendimento
Panqueca salgada: 19 unidades sendo 6 com recheio de peito de peru com mussarela, 5 de mortadela com mussarela e 8 de espinafre. Por que toda essa variedade? Porque essa é uma casa democrática e bom, não tenho como obrigar as outras pessoas a fazerem regime junto comigo.
Panqueca doce: 10 unidades de cada tipo.





terça-feira, 20 de março de 2012

O que vai mudar

Finalmente todas as mudanças e atualizações que eu tinha previsto para o Berinjela estão prontas e eu posso contar tudo pra vocês!! Ai, como isso me deixa animada!!
Vamos lá! :)

*Banner
Já deve ter dado pra reparar que mudamos o banner do blog!
A berinjelinha, símbolo do Berinjela na Panela continua ali, mas a tipografia e a composição do banner está diferente! Créditos ao meu namorado, Lucas Red, que deu um tapa no html do blog.
Gostaram?

*Menu lateral
Aqui do lado direito da tela muitas coisas mudaram!
Saiu minha foto antiga e desatualizada e entrou a mini eu!! Também presente do Lucas Red.
Pra quem acha que ela está muito magrinha pra ser eu, não se engane, sou eu no futuro. rsrs

Os links pra contato continuam lá! Vale me adicionar no facebook também.

Acesso rápido
Isso mesmo. Todas essas mudanças estão sendo feitas na intenção de melhorar o blog para os leitores, então invés de vocês terem que ir fuçar nos marcadores ou nos arquivos, agora temos um menu de acesso rápido pra algumas categorias e níveis dificuldade das receitas, que serão explicadas com mais detalhes já, já.

Links de outros blogs e sites que tratam do mesmo assunto, parceiros, marcadores e arquivo estão no mesmo cantinho, facinho de achar.

*Categorização das receitas.
Pra facilitar a vida de quem visita o blog vou categorizar as receitas de duas formas:

1. por tipo de prato: pra facilitar a navegação dividi os tipos de receita em seis categorias, usando como critério o tipo de prato. Dei uma generalizada na divisão pra não criar muitas opções e acabar complicando invés de facilitar.

2. por dificuldade: não sou nenhuma mestre cuca, mas ao fazer as receitas da pra sentir se é ou não uma receita complicada, que exige técnica ou prática na hora da execução, então por que não categorizá-las por dificuldade, pra que na hora de procurar uma receita você possa ir direto no nível que está com vontade de fazer!
Como decidi o nível de dificuldade da receita:
Fácil: são aquelas receitas simples, com poucos ingredientes, poucos passos no modo de preparo, que as vezes nem vão ao forno ou não utilizam eletroportáteis, como batedeira, liquidificador.
Média: são receita um pouco mais elaboradas, com mais etapas, maior quantidade de ingredientes que dependem de uma certa organização e atenção quanto á eles pra dar certo.
Difícil: essas são basicamente as que eu não consigo fazer. Receitas cheias de etapas, ingredientes complicados, técnicas, etc.

*Formato do post
O Berinjela na Panela não tem e nunca teve a intensão de ensinar ninguém a cozinhar, até porque eu não sou a pessoa mais indicada pra instruir ninguém, mas neste período em que o blog ficou parado peguei pra reler posts antigos e achei alguns ligeiramente confusos, principalmente se quem estiver lendo quiser, de alguma forma, tirar algum proveito do post para fazer a receita, então fiz algumas mudancinhas que eu acho que vão tornar as coisas mais claras.
A ordem das coisas continua a mesma, explico o porque da receita, de onde ela veio e coloco a original, listo os ingredientes e dou o meu modo de preparo, e é principalmente aí que as alterações aconteceram.
Invés de descrever completamente a receita vou transcrever  em etapas o passo-a-passo do modo de preparo original e conto o que eu fiz em seguida. Pra não misturar e ficar pior do que antes, todo os textos da receita-mãe (?) estarão em negrito e itálico, assim como todos os ingredientes utilizados no preparo do alimento, eles estando ou não na receita original, coff-coff.
[editado] Pensei melhor quanto a isso. Não vou transcrever parte da receita original, até porque ela sempre está linkada no começo do post. Vou apenas trabalhar melhor no texto pra que ele fique menos confuso. [/editado]
As fotos também mudam um pouquinho. Primeiro que agora temos a Brigitte, minha nova Canon, que estará presente em quase todas as receitas para engrandecer este humilde blog, e segundo, invés de despejar trocentas fotos post a baixo vou enxugar e fazer um... quadro... com as fotos do preparo, como de costume e do prato final, pra ninguém cansar de rolar a página até o próximo post.

*Testar o BNP (Berinjela na Panela) em vlog
Por último, mas não menos importante, irei, não tão em breve, talvez, mas irei, testar o Berinjela na Panela em formato de vlog, ou seja: além de registrar o preparo da receita com fotos vou filmar todo o processo, explicando e mostrando realmente o que acontece na minha cozinha em um vídeo editado e bem lindo pra vocês. Mas sem pressa, esse é um projeto para um futurinho aí.



Eu sei que vocês são resistentes a comentar, mas eu gostaria MUITO de um feedback em relação às mudanças. Mexi em tudo de acordo com o que eu senti que poderia melhorar, mas o olhar de quem está de fora sempre será mais apurado e crítico do que o meu, então deixem comentários, deem um alô no twitter, meu ou do blog, ou no meu Facebook dizendo o que vocês acharam, se concordaram, se odiaram, se tem outras sugestões. Vou ficar imensamente feliz! Ah, já tem receita vindo.

xx

domingo, 11 de março de 2012

Mimo - Pingente de Berinjela

Sábado, dia 10 de março, eu e meu pai nos embrenhamos pela rua 25 de março, no centro de São Paulo atras de umas coisas específicas, pedrinhas, tecidos e tal. Eis que em uma das lojas eu encontrei o pingente mais perfeito pra representar o blog: uma berinjelinha de vidro.


Precisa perguntar se eu já não dei um jeito e coloquei na corrente pra usar? E o melhor, eu não trouxe só um. ;)

xx

quarta-feira, 7 de março de 2012

Garimpo Gourmet - 20ª Craft+Design (parte2/2)

Garimpo Gourmet parte 2!
Mostrei nesse post aqui algumas coisas legais relacionadas a culinária que eu encontrei na Craft+Design do começo desse ano.
Vamos continuar?



As meninas da Santa Elisa foram nossas vizinhas na Craft de ago/2011. Dessa vez ficaram um pouquinho mais longe, mas o produtos continuam lindos de morrer.
Santa Elisa vende entre outras coisas como almofadas e chales, roupa de mesa. Elas tem jogos americanos e prendedores de guardanapo lindos e muito bem feitos.

Alguns modelos de jogo americano e as argolas de guardanapo

Mais guardanapos

Nesta foto tem, nos cabides da esquerda, toalhas de mesa e nos da direita, estampas de guardanapos

Nesse estande o que me chamou de cara a atenção foram os cupcakes que pareciam de mentira e um bolo todo decorado com pasta americana que estão nas fotos aqui embaixo, mas aí descobri que não era bem um estande de culinária e sim uma loja que vendia acessórios para confeccionar Scrapbooks. Pra você que não está familiarizado com o termo, Google Images da uma forcinha, só clicar AQUI.
De imediato achei que o assunto não teria tanta relação assim com o blog, mas rapidamente meu cérebro funcionou e a ideia de fazer um livro de receita no formato do Scrapbook apareceu e eu achei o máximo!
Ganhei uma revista com alguns passo-a-passo e vi que no site tem uma loja virtual. Quem sabe algum dia eu não me animo a tentar?

os cupcakes que pareciam de mentira

E o bolo decorado
É uma empresa de produtos têxteis para casa, como diz a descrição no site da feira.
Não tive oportunidade de conversar com as expositoras pra conhecer mais a marca e os produtos, mas o estande tinha coisas lindas!

Achei as sacolas coloridas e alegres com as estampas desse desenho realista. Tem lá seu toque retrô

Gostei MUITO dos aventais porque fogem do lugar comum onde avental tem que ter estampa com temas culinários.
Esses tem essas padronagens que lembram um pouco tecidos hippies e saídas de praia. Quero pra mim!

O Studio Neves tem MUITA e quando digo MUITA eu realmente quero dizer MUITA coisa legal pra cozinha. De utensílio à roupas de cheff, daquelas chiques até com chapéu, mas se eu fosse tirar foto de tudo que era bonito, teria que ter fotografado o estande todo e não é bem esse o intuito da coisa, então separei o produto mais diferente, que eu não tinha visto em nenhum outro estande.

Os relógios! Afinal quem cozinha tem que saber que horas são e mais importante, quantos minutos
se passaram desde que aquele prato foi pro forno? Lindos, não?

Pra quem gosta de cadernos e coisas pra escritório, como eu, a VG é um prato perigosamente cheio, mas diretamente relacionado com nossos assuntos culinários encontrei esses caderninhos aqui.

Caderninhos de receita! Achei a capa um mimo, aí fui abrir esperando uma diagramação bonita,
com um índice para as receitas ou alguma coisa assim, mas não tinha, era só a folha normal.
Fiquei meio decepcionada, mas o livrinho já vale pela capa!

É isso! Bom, pelo menos o que deu pra registrar, mas a feira foi bem maior que esses poucos estandes que eu listei aqui, vale muito a pena visitar, nem que seja pra dar uma olhada, se inspirar e sentir vontade de comprar.

xx

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